quinta-feira, 7 de março de 2019

Memória reunião de fevereiro


Rede Butantã – 06/fevereiro/2019
Ponto de Economia Solidária e Cultura do Butantã
Av. Corifeu de Azevedo Marques, 250

Primeira reunião do ano teve como pauta a construção da agenda de 2019 e aproveitamos a presença de representantes de vários movimentos do Butantã para na rodada de apresentação fazermos um balanço do que vem acontecendo e atualizarmos informes de encontros e eventos futuros.
Foi feito também um breve histórico da própria Rede Butantã lembrando que no próximo ano a Rede Butantã completará vinte anos de existência e será um bom momento para comemorarmos e registrarmos a história e a importância desta rede para o Butantã.
Fábio Barbosa – Fórum de Sustentabilidade do Butantã; Cirandinhas no Terraço - projeto que dá sequência à Ciranda de Redes e Fóruns do Butantã que tem realizado rodas de conversa no Terraço do Centro Cultural Butantã (CCB) e que são filmadas e ficam a disposição no Canal da Rede Butantã no YouTube. Necessidade de maior profissionalismo e equipamentos de melhor qualidade.
Cristina Tissi – Ponto de Economia Solidária e Cultura do Butantã. Espaço público que desenvolve atividades de geração de renda e discussão e formação em Economia Solidária. Tem livraria Louca Sabedoria, Ponto de venda de produtos orgânicos, Feira mensal de Economia Solidária e Feminista; Espaço de encontro, rodas de conversa, momentos de formação. Ligado à Secretaria de Saúde o Ponto Ecosol teve eleição de seu Conselho Gestor recentemente.
Informe: Pré-Conferência de Saúde (16/fevereiro/2019 – EMEF Amorim Lima)
Maria Angélica – Pelo Projetos Integrados de Desenvolvimento Sustentável participa do Projeto Agentes de Governo Aberto,  que atende a Meta 49 que estabelece a descentralização do governo municipal e estabelece o Fórum de Gestão Compartilhada.
Sidney – Coletivo Butantã na Luta – Importante coletivo que leva a luta pelo funcionamento do Hospital Universitário da USP e seu atendimento à população. Participa também do Comitê Zona Oeste Lula Livre.  Oportunidade da Rede Butantã se caracterizar como grande coletivo que congrega os grupos em atuação.
Mário Martini – Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável do Butantã (Cresan-Bt). Momento difícil com extinção do Conseas. Mudanças na vinculação de serviços, segurança alimentar está vinculada a Secretaria do Trabalho e outros serviços parceiros ficam vinculados à Secretaria de Saúde.
Informe: Abertura de CAPS-Alcool e Drogas no dia 14 de dezembro no Butantã. (Procurar maiores informações e participação em uma próxima reunião da Rede).
Paulo Diaz – Educador, biólogo do Instituto de Biociências da USP. Projeto de agroecologia que será iniciado em breve no Jardim Jaqueline. Oferece, também, oficina de máscaras no CCB – Arte e educação ambiental.
Keila Mendes – CCA Clarisse – Jardim Jaqueline. Participação no Fórum em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (FoCA-Bt).
Informe: Reunião do FoCa-Bt dia 14 de fevereiro, quinta-feira, às 14h30 no Cresan-Bt.
Roberta Sato – CCA Gracinha. No Facebook também. FoCA-Bt – Papel importante na organização de Conferência regionais DCA; Realização anual da Semana do ECA no Butantã; Participação na construção de Redes de Proteção no Território: Vila Sonia, Rio Pequeno, Raposo Tavares (2), Real Parque e jardim Jaqueline, em parceria com DRE-Butantã e Supervisão de Saúde do Butantã. Resolução do CMDCA estabelece procedimentos em desocupações (Butantã que tem muitas ocupações irregulares pode acompanhar esta resolução e sua aplicação). Aumento de desemprego e saída de famílias para locais cada vez mais distantes – Favela do Labirinto. Situação do Córrego Itararé e Condomínio Paulistano.
Lucia Campos – Dificuldade em participar das reuniões mensais às quartas-feiras. Participa do GT Mobilidade da Rede Butantã, que também passa por período de dificuldade de encontros, mas que produziu relatório bastante consistente sobre mobilidade no Butantã.
Vitor – Morador do Butantã, formado em Economia e estudante de Pedagogia na USP. Interesse em Governo Aberto e formação de grupo de estudos para análise de dados de Educação.
Carminha Meirelles – Foi funcionária do CEPAM e conhece a Rede Butantã há muitos anos, deste trabalho. Voluntária na OCA, ONG na Aldeia de Carapicuiba. Professora da Pós Graduação da Escola do Parlamento. Participa do Instituto Jus, ONG que está sendo organizada no Caxingui e também do Codivar.
Artur – Rede de Agroecologia na Serra da Mantiqueira. Participa de ONG de empoderamento comunitário e espaço urbano que desenvolve projetos de coleta de água de chuva e implementação de hortas. Projeto de aulas de yoga para o Ponto Ecosol.
Cecília – Moradora de Pinheiros tem acompanhado a Rede Butantã desde 2017. Colaboradora do Jornalistas Livres pode fazer a interlocução para publicação de matérias, desde que o texto seja ao menos minutado pelos interessados. Recomendação de peça sobre Paulo Freire que está em cartaz no Teatro Ágora até o final de fevereiro. Participa também do Flores pela Democracia que se encontra no Largo da Batata às quintas-feiras, 16h30.
Cacildo – Gazeta Cidadã. Notícias do Roldão, que passou por uma cirurgia mas passa bem e avisa que logo estará de volta às reuniões. Reuniões do Grande Conselho do Idoso na primeira terça-feira de cada mês às 14h00.
Pedro Guasco – Participação em inúmeros movimentos e projetos do Butantã, foi Supervisor de Cultura. Voltando a participar.
Rachel Moreno  - Psicóloga especialista em sexualidade humana. Feminista, tem programa na Cidadãfm nas sextas-feiras ao meio-dia.
Alexandre (Xande) – Coletivo Butantã na Luta. Avanço com Ministério Público na luta pela reabertura do Pronto atendimento do HU. Carta compromisso da Superintendência. Construção de grande plenária para março. Movimento em defesa do CSE-Butantã.
João Paulo – Participa da Comunidade Santa Cruz da Reconciliação, do Conselho Participativo do Butantã que tem reuniões na última terça-feira de cada mês e também foi eleito para o Conselho da Supervisão de Saúde do Butantã (alerta para o aumento de casos de sífilis no Butantã).
Erika – ETEC Cepam – Escola Técnica que tem também Ensino Médio. Edital de apoio a projetos de empreendedorismo social na USP. Financiamento de até R$25 mil. Possibilidade de reunião na ETEC para pensar em projetos e buscar apresenta-los no tempo possível. Reunião marcada para dia 15 de fevereiro, quinta-feira, às 16h00 na ETEC Cepam.
José Adão – Movimento Negro Unificado, Fórum Municipal de Educação (19 de fevereiro), PIDS.
Sonia Dô – Conselheira do Cadão e do Ponto Ecosol. Associação Morro do Querosene.
Flávia – Cresan-Bt.
Martha Pimenta – Educadora aposentada. Conselheira do Cades-Butantã (Conselho Regional de Meio Ambiente e Cultura de Paz), conselheira do CAPS-Bt (Centro de Apoio psicossocial de adultos do Butantã) e também representante da comunidade no Conselho Gestor do CEIP (Centro Escola do Instituto de Psicologia da USP).
Informe: Reuniões chamadas pelo Movimento Parque Chácara do Joquei. Privatização do Parque em andamento e com liberações bastante preocupantes e distantes dos desejos e reivindicações dos usuários do Parque e da vizinhança. Reunião no dia 13 de fevereiro.

Depois das apresentações, preocupados em pensar em estratégias de atuação para 2019 foram levantadas várias questões, impressões e posições:
·         Utilizar oportunidades de financiamento de projetos da USP para financiar as comemorações dos 20 anos da Rede Butantã em 2010 – “Empreendedorismo social no contexto dos vinte anos de existência da Rede Butantã”.
·         Organizar GT Digital da Rede Butantã – Buscar recursos para compra de equipamento básico (câmera fotográfica, microfone, plano de internet, etc);
·         Realização de reuniões presenciais quinzenais alternando período diurno e noturno;
·         Constituição da Rede Butantã como Central de Movimentos Populares;
·         Estabelecer sede da RB;
·         Realizar reuniões no corredor da Corifeu;
·         Ter uma “mala de projetos participativos” preparando para responder rapidamente a oportunidades de financiamento;
·         Lembrar que a Rede é uma rede de entidades e está nisto a sua riqueza e força. Responsabilidade de cada entidade na manutenção da RB;
·         Manter reunião mensal às quartas-feiras de manhã, sendo estas reuniões o espaço de encontro dos GTs que podem se encontrar em outros horários;
·         Importante que as entidades que participam da Rede se posicionem com relação ao seu comprometimento com ela;
·         Discutir como esta a classe trabalhadora no país e no Butantã. Observação de aumento no desemprego e expulsão das populações mais pobres cada vez para mais longe;
·         Observar no Mapa da Desigualdade a diferença de expectativa de vida entre os distritos Butantã e Raposo Tavares de 12 anos!!!!
·         Incluir Coletivo Butantã na Luta na RB
·         Rede contra o Genocídio da Juventude Negra da Zona Oeste tem encontrado dificuldade em se alinhar com outras redes;
·         Fazer eventos temáticos mensais.

Estas questões e outras relativas a organização da Rede Butantã serão discutidas em reunião extraordinária no dia 20 de fevereiro, quarta-feira, 18h30, no CCA Clarisse (Rua Carlantônio Carlone, 102 - Jardim Jaqueline -  Tel: 3751 0438). Objetivos desta reunião de trabalho:
Gestão de conhecimento; Funcionamento da Rede Butantã e de suas ferramentas; Organização do conhecimento; Formação de Grupos de Trabalho.

Programação do semestre das reuniões ordinárias:
·         13/março – 9h00 – Cresan-Bt (Rua Nella Murari Rosa, 40 – Jd. Jaqueline)
  • 03/abril – 9h00 – CCA Gracinha (Rua Osíris Magalhães de Almeida, 144 - Jardim Monte Kemel – Tel: 3742 4520).
  • 08/maio – 9h00 – CCB (Corifeu de Azevedo Marques, 1880) – a confirmar
·         05/junho – 9h00 – Santuário Nossa Sra. da Reconciliação (R. Valdomiro Fleuri, 180). A confirmar.
·         03/Julho – 9h00 – Instituto JUS – a confirmar.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Carta Aberta Rede Butantã - Reunião Extraordinária 17 de outubro

Na próxima quarta-feira, 17 de outubro, às 18h00 no Ponto de Economia Solidária do Butantã (Av. Corifeu de Azevedo Marques, 250), a Rede Butantã tem reunião extraordinária para discutir e atualizar a Carta Aberta da Rede Butantã. A reunião é aberta a todos e todas. Leia a Carta abaixo e traga a sua contribuição para que ela respeite cada vez mais os desejos dos(as) moradores(as) e profissionais do Butantã.

A Rede Butantã se formou em 2000 com o propósito de reunir organismos da sociedade civil para otimizar e integrar serviços prestados, viabilizando projetos conjuntos que respondam às demandas sociais da região do Butantã, buscando a melhoria de vida dos seus moradores. Nestas quase duas décadas de atuação, a Rede Butantã, de forma democrática, em encontros presenciais e debates virtuais, construiu uma agenda de reivindicações e propostas, sempre na perspectiva do direito à cidade, fundado na gestão participativa, na construção de bairros sustentáveis, com justiça ambiental, direito à cultura, educação, saúde e lazer. Essa Agenda que ora apresentamos também está alinhada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável-ODS da Agenda 2030 da ONU, que considera as dimensões social, ambiental e econômica de forma integrada e indivisível.
A região do Butantã conta com uma população de cerca de 450 mil habitantes, distribuída por cinco distritos: Butantã, Rio Pequeno, Vila Sonia, Raposo Tavares e Morumbi. Com características diversas, é possível afirmar que esta região apresenta uma visão condensada do conjunto dos problemas da cidade: desigualdades, potencialidades e dificuldades. A mesma região onde se encontram casas de alto padrão abriga mais de 80 favelas, retrato de um quadro gritante de injustiça, vulnerabilidade e exclusão social, no qual observamos questões agudas como o baixo nível de escolaridade e renda, agravadas pela carência de serviços públicos de qualidade.
A Rede Butantã, um dos inúmeros fóruns em funcionamento no Butantã e talvez o mais antigo, realiza reuniões na primeira quarta-feira de cada mês, de forma itinerante, oferecendo uma oportunidade de participação e conhecimento dos vários distritos e bairros de nossa região. Visando facilitar e intensificar a comunicação, a Rede Butantã tem também um grupo de discussão virtual do qual participam mais de 400 pessoas que trocam informações e opiniões através do endereço rede-butanta@googlegroups.com, assim como espaços democráticos de participação no Facebook.
A Rede Butantã reconhece a importância e apoia os conselhos da sociedade civil constituídos, sendo valiosos instrumentos para o cumprimento do Estatuto das Cidades e consolidação da democracia participativa. 
Graças a este grande acúmulo de reflexões, a Rede Butantã apresenta abaixo as questões consideradas mais urgentes e relevantes à região, esperando com isto contribuir com sua gestão.

MEIO AMBIENTE
Ainda existem no Butantã, áreas com remanescentes de Mata Atlântica, vegetação do cerrado, nascentes e cursos d'água, valioso patrimônio que, além de conter espécies em extinção, contribui para as condições climáticas e qualidade de vida na Cidade. É importante observar que 30% do território é classificado,  no Plano Diretor Estratégico, como Macrozona de Proteção e Recuperação Ambiental, cuja diretriz primordial é a manutenção e recuperação do meio ambiente, tema que deve estar sempre presente nas políticas públicas de habitação, saúde, cultura e educação. 
  • Implantação efetiva do Plano de Resíduos Sólidos;
  • Implantação efetiva do Programa de Recuperação de Fundos de Vale e implantação de Parques Lineares, entre os quais Linear Água Podre; Nascentes do Jaguaré, Itaim, Itararé, Caxingui, Corveta Camucã, Jd. Sarah, Jacarezinho, Passagem Grande, Charque Grande;
  • Implantação dos Parques Urbanos previstos em legislação, entre os quais Chácara da Fonte e Mata do IPESP;
  • Continuidade na execução do Parque Juliana de Carvalho Torres;
  • Continuidade do processo de implantação e manejo do Parque Chácara do Jóquei. Garantindo e ampliando o processo de diálogo e participação da comunidade na gestão do parque e esclarecendo e garantindo espaço de participação da população com relação ao processo de concessão deste Parque.
  • Retomada do Programa Córrego Limpo na região, parceria entre SABESP e a Prefeitura;
  • Implantação de Praça na área da Carlos Farias, reintegrada pela Subprefeitura (Distrito Raposo Tavares);
  • Articulação para a incorporação da área de ZEPAM do Carrefour ao Parque Previdência;
  • Solução para as enchentes do Córrego Jaguaré através de um plano de drenagem que contemple a ampliação das áreas verdes e permeáveis, implantação de parques lineares nas sub-bacias com retenção de água das chuvas e outras propostas sustentáveis. Somos contrários à construção de piscinão como estratégia para a solução das enchentes;
  • Estruturação das cooperativas com pessoal e equipamentos para a implantação da universalização da coleta seletiva porta a porta;
  • Prestação de informação qualificada por parte do poder público para viabilizar o monitoramento da implantação do empreendimento Reserva Raposo, no distrito Raposo Tavares, que deverá gerar significativo impacto ambiental com a construção de 18 mil unidades habitacionais nos próximos anos.
  • Atenção com a área do Parque Linear Sapé que sofreu recentemente ocupação que compromete a construção de prédios planejados para aquele terreno assim como a qualidade do córrego que foi recuperado em parceria com a SABESP e participação da população.

SAÚDE
·     
·         Fortalecimento das ações de vigilância em saúde e saúde da família, como atividades de prevenção à doença;
·         Implantação de novos equipamentos, especialmente de atenção básica (Unidade Básica de Saúde - UBS) e de Atendimento Psico-social (CAPS). O Butantã ainda figura como a região com menor cobertura de CAPS da cidade de São Paulo, mesmo com a bem-vinda instalação em 2016 do nosso primeiro CAPS-Infantil. É fundamental a construção e colocação em funcionamento do CAPS Álcool e Drogas, previsto para a região da Raposo Tavares;
  • Qualificação da UBS Rio Pequeno que permanece em instalações precárias (casa alugada e de pequeno porte);
  • Ampliação do serviço nas unidades com baixa capacidade de cobertura para territórios densamente povoados, implantando UBS Integral nestas áreas (Caxingui, Real Parque, Malta Cardoso no Rio Pequeno). A UBS Integral do Real Parque foi aprovada na primeira gestão do Conselho Participativo Municipal como prioridade e até agora não foi concretizada;
  • Implantação de equipamento (UBS) que atenda a população da COHAB Raposo Tavares/Munk,      reivindicação histórica na região;
  • Ampliação do Hospital Municipal Mário Degni, que se tornou hospital
    geral regional ressaltando a necessidade de ampliação de leitos e o atendimento do
    parto humanizado (esclarecemos que o sucateamento do Hospital
    Universitário-HU tem agravado a situação de atendimento na região
    tornando essa demanda mais urgente);
  • Implantação de serviços de atendimento ao idoso;
  • Necessidade de implantação de políticas de cuidados que não dependem de instalação de novos equipamentos, como o Programa de Atenção ao Idoso, EMAD (atenção domiciliar para acamados), Programa de Atenção à Pessoa com Deficiência e ESF.

HABITAÇÃO

A Rede Butantã tem acompanhado com preocupação tanto processos de ocupação de áreas por famílias extremamente necessitadas e pouco orientadas como, na sequência, os processos de reintegração de posse destas áreas. Existe um número grande de ocupações irregulares na região e uma forte demanda por moradia. Em que pesem todas as irregularidades existentes nestas ocupações e a necessidade de prevenir a ocorrência de acidentes em áreas de risco, é fundamental que anteriormente a movimentação para reintegração de posse, o Estado se preocupe em investir seriamente na solução de problemas habitacionais, garantindo amparo e o direito à moradia digna e segura a estas famílias. É fundamental evitar que este ciclo perverso de ocupação e expulsão tenha continuidade e, para isto, indicamos as seguintes necessidades:
·           Destinação de recursos para estudo de áreas apropriadas e possíveis para construção de moradia popular;
·           Construção de novas moradias, observando não só a quantidade de construções mas também sua qualidade uma vez que em construções bastante novas, como as do Real Parque, já são observados problemas;
·           Criação de condições para trabalho alinhado entre Habitação e Assistência Social, para que as famílias sejam atendidas com qualidade e correção tanto no processo de cadastramento, como no de distribuição de vagas e também nos casos extremos em que seja inevitável a retirada de pessoas dos locais que estão ocupando;
·                       Atuação conjugada e transparente das Secretarias envolvidas, das equipes da Prefeitura Regional e acompanhamento pelo Conselho Participativo Municipal do Butantã e representantes dos Movimentos de Moradia;
·                       Garantia de verbas para a conclusão de projetos já iniciados como o da Viela da Paz e Sapé;
·                       Regularização fundiária do Jardim Maria Amélia e de outras áreas do Butantã que ainda aguardam este procedimento;
·                       Respeito as listas de espera de famílias já cadastradas para moradia na região, atendendo reivindicação dos movimentos de moradia que atuam seriamente na região.

EDUCAÇÃO

·           Ampliação do número de Centros de Educação Infantil (CEIs), preferencialmente com administração direta, atendendo prioritariamente demanda das  comunidades São Remo, Viela da Paz e Camarazal, já reconhecida e identificada;
·           Conclusão e colocação em funcionamento da CEI no Rio Pequeno, eleita como prioridade pela primeira gestão do CPM-Bt;
·           Construção  de uma CEI no Real Parque (já aprovada pela SME/processo 2013.0.036.358-0), onde atualmente está o canteiro de obras da urbanização, início de construção imediata para evitar ocupação irregular e atender demanda por vagas;
·           Garantir e ampliar o processo de gestão democrática das unidades municipais de educação, através dos conselhos de escola e grêmios estudantis.

ASSISTÊNCIA SOCIAL

·           Ampliação dos serviços da proteção básica;
·           Ampliação do número de Centros para criança e adolescentes (CCA) e Centros de Juventude nos distrito Raposo Tavares e Rio Pequeno especialmente;
·           Instalação de dois CRAS – Rio Pequeno e Raposo Tavares;
·           Ampliação do Serviço de Assistência Social às famílias (SASF) no Rio Pequeno e Raposo Tavares;

TERCEIRA IDADE

·           Implantação, em cada distrito do Butantã, de Núcleos de Convivência do Idoso (NCI) com 100 vagas cada, atendendo à Política Pública da Assistência Social;
·           Ampliação do atendimento preferencial e específico em todas as áreas da população idosa;
·           Construção e destinação de recursos para Unidades de Referência a Saúde do Idoso (URSI) já prevista em terreno na Rodovia Raposo Tavares;
·           Construção de Centros de Lazer que atendam não apenas a esse grupo etário, mas especialmente a ele.

INFÂNCIA

·           Fortalecimento e ampliação do trabalho das redes de proteção e a estruturação do orçamento criança, em que cada pasta deve discriminar o quanto de recurso público é destinado à infância em cada setor.
·           Fortalecimento da estrutura de funcionamento dos Conselhos Tutelares.
·           Reconhecimento do Fórum em Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes do Butantã (FoCA-Bt) que atua na região desde 2000, como interlocutor na área. O FoCA-Bt promove desde sua criação a Semana do Estatuto da Criança e do Adolescente no Butantã (Semana do ECA) e organiza bienalmente as Conferências DCA Regionais.

CULTURA

·           Contratação de equipe básica que dê condições para abertura de programação na Casa do Sertanista, Casa do Bandeirante e Pólo de Economia Criativa do Parque Chácara do Jóquei;
·           Desenvolvimento de projeto com destinação de recursos para Terreno de Cultura da Cohab Raposo Tavares e criação de Centro de Memória da Cohab Raposo Tavares.
·           Criação de Centro de Memória do Butantã no Parque Chácara do Jóquei;
·           Garantia de recursos para funcionamento da Casa de Cultura do Butantã e integração de sua programação a um calendário cultural da região;
·           Atenção na preservação, divulgação e conservação do potencial cultural, histórico e artístico do Morro do Querosene (Caminho do Peabirú; Festa do Boi; Orquestra de Berimbaus);
·           Incentivo as atividades culturais em ruas e praças com apoio operacional. Temos acompanhado o importante movimento de ações como, por exemplo, as feiras na Praça Elis Regina, os festivais e feiras na COHAB Raposo Tavares, as feiras, festivais e festas no Morro do Querosene, os festivais no Rio Pequeno, os blocos de carnaval, atividades que possibilitam o encontro, confraternização e ações comunitárias que agregam saldo positivo na difusão da nossa cultura;
  • Criação da Agenda Cultural do Butantã, contemplando todos os seus Distritos, reconhecendo suas práticas, integrando a programação cultural de equipamentos, estabelecimentos e manifestações de rua, iniciando o processo de detecção dos Territórios Culturais do Butantã;
  • Desburocratização do uso de ruas, praças e parques para atividades culturais;
  • Integração da rede de educação com equipamentos e agenda cultural, com a promoção da Escola Além dos Muros, com visitas às Casas de Memória, Casa de Cultura, eventos populares e outros equipamentos como CEUs;
  • Fomentos/Editais que contemplem também as práticas de rua, não prioritariamente equipamentos, tendo ação de facilitadores das expressões culturais e artísticas como elo entre comunidade e equipamentos;
  • Programas como Agente Comunitário de Cultura que tem ação territorial, sejam articulados com a Supervisão de Cultura, para fortalecimento das ações territoriais e desenvolvimento local;
  • Promoção da descentralização de recursos culturais, com a destinação de verba da Supervisão de Cultura para práticas culturais e artísticas periféricas, não atendidas por editais ou outros programas de fomento;
  • Criação de agenda de carnaval de Rua local, com agenda integrada, priorizando os blocos e cordões locais e não terceirizados, além da regulamentação dos mesmos, promoção de uma programação pra além do carnaval;
  • Contratação de artista local na programação da agenda de eventos da região, quando houver contratação de convidados que haja esforço para a presença de artistas da região nas apresentações tendo nas políticas públicas culturais um vetor para o desenvolvimento sustentável;

MOBILIDADE

  • A mobilidade é tema fundamental para garantir o direito à cidade de maneira democrática. Por ser tema transversal, viabiliza não somente a circulação de bens e mercadorias, mas assegura o acesso dos cidadãos ao trabalho, comércio, equipamentos de saúde, educação, pontos de lazer, praças, parques públicos etc... Em São Paulo é preciso reverter seu papel segregador, bem como seu histórico papel de responsável por parte significativa da poluição e das mortes.
  • Ação efetiva para solucionar o gargalo de trânsito para ônibus, pedestres, bicicletas, automóveis etc. que acontece junto à estação Butantã do metrô, demandando uma articulação com Metrô, SPTrans, Secretaria de Negócios Metropolitanos, EMTU, Secretaria de Transportes e moradores da região;
  • Implantação de faixa exclusiva de ônibus na Rodovia Raposo Tavares (que no futuro poderá ser      convertida em corredor). A CET já realizou estudos que indicam a viabilidade desta faixa do Rodoanel até a Av. Prof. Francisco Morato;
  • Observância da Lei da Mobilidade Urbana, que no território se expressa na priorização de  calçadas largas e planas, adequadas para os diferentes perfis de pedestres; criação de passagens ou caminhos que abreviem os trajetos de pedestres; rede cicloviária extensa, de qualidade e articulada com outros modos; frota ecológica de ônibus com carrocerias adequadas para transporte de pessoas com suas diferentes necessidades; linhas circulares e transversais dentro do bairro, conectando a população a pontos importantes, como postos de saúde e escolas; localização adequada dos pontos de ônibus para facilitar o deslocamento dos usuários e priorizar o pedestre; manutenção do limite de velocidade nas marginais e grandes avenidas, minimizando o número de acidentes e mortes no trânsito;
  • Em relação ao novo edital de licitação dos ônibus previsto para o município de São Paulo reivindica-se que: 1) a duração dos contratos seja diminuída de 20+20 anos para 10+5 anos no máximo, de forma a garantir a amortização dos investimentos e a respeitar as cada vez mais aceleradas mudanças na cidade e nas tecnologias; 2) a remuneração das empresas seja por custo operacional e qualidade, avaliada na perspectiva dos usuários, influenciando a remuneração dos prestadores de serviço; 3) o desenho do novo sistema a ser implantado seja previamente discutido junto à população em plenárias e audiências públicas amplamente divulgadas pelas subprefeituras.
  • Observação: O Grupo de Trabalho Mobilidade (GT-Mobilidade) da Rede Butantã, construiu documento bastante detalhado sobre questões gerais da cidade e especificas do Butantã que está disponível para consulta no Blog da Rede Butantã (redebutanta.blogspot.com). Este mesmo grupo também facilitou oficinas em bairros da região para discutir e construir com os moradores melhores trajetos e linhas de ônibus. Consideramos importante que este trabalho seja reconhecido, aproveitado e valorizado.

TRABALHO, EMPREENDEDORISMO, ECONOMIA SOLIDÁRIA

  • Consolidação do Ponto de Economia Solidária, Comércio Justo, Cooperativismo Social e Cultura através das  ações descritas no Termo de Cooperação entre SDTE e SMS;
  • Fortalecimento do CRESAN;
  • Continuidade das ações desenvolvidas através da ADESAMPA para fortalecimento do empreendedorismo e desenvolvimento local;
  • Implantação das Feiras de Artesanato nas praças Oliveira Penteado, José Maria Homem dos Montes, Elis Regina e Santo Coimbra.


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Reunião Rede Butantã – 05/setembro/2018

CCA Gracinha – Rua Osiris Magalhães de Almeida, 144 – Jd. Monte Kemell

Pauta:

1. Apresentação dos Participantes desta reunião

2. Carta Aberta Rede Butantã

3. Informes do FoCA-Bt – Conferências e Semana do ECA no Butantã

4. Encaminhamentos – Próximas reuniões

Começamos a reunião às 9h20 com cinco pessoas. Em função do número reduzido de participantes resolvemos começar por avaliar esta queda no número de participantes da reunião presencial, que também já teve uma presença pequena na reunião de agosto. Várias questões e possibilidades foram levantadas:

· Momento Político – Muitas pessoas estão envolvidas com campanhas eleitorais e tem o tempo reduzido;

· Crise da Militância Política – Ausência de Formação Política;

· Existência de muitos grupos no Butantã. Sobrecarga de reuniões e encontros;

· Sobrecarga de trabalho – Quem participa da rede profissionalmente não tem conseguido sair para a reunião e em alguns casos não é autorizado para isso;

· Ausência de análise de conjuntura nas reuniões;

· Excesso de análise de conjuntura e pouca ação real;

· Falta de disciplina militante – Carta Aberta precisa de revisão e embora vários chamados tenham sido feitos neste sentido as pessoas não se responsabilizam por fazê-lo, esperando que “a Rede” faça (quem é “a Rede”?);

· Como os membros da Rede Butantã assumem o apoio a ações de grupos que participam dela? Semana do ECA no Butantã – Ação do FoCA-Bt que acontece no território e conta com apoio e participação de outras organizações, redes e fóruns que atuam nele – Como estes grupos assumem ou não este apoio?

· Em momentos de dificuldade e instabilidade política as pessoas costumam buscar espaços como este para se fortalecer, porque isto não está acontecendo?

· Estranhamento com o fato das reuniões terem uma queda na participação justamente após a Ciranda de Redes. Cada grupo que participou daquele espaço ficou satisfeito em apenas mostrar o seu trabalho?

· Levantar quais são os traços de união desta rede.

· A Carta Aberta pode e deve ser uma tarefa que mobilize os vários grupos participantes da Rede e clareie a sua importância e possibilidades.

Carta Aberta Rede Butantã

Já com o grupo aumentado, com a chegada da equipe da Casa de Cultura do Butantã, discutimos a retomada e encaminhamento da Carta Aberta, fazendo inicialmente um pequeno retrospecto de como ela foi organizada – desde 2010 – e a importância deste documento como um Plano de reivindicações regional. Falamos também das conquistas que tivemos ao longo deste período e dos 18 anos da RB e também de reivindicações históricas em que temos dificuldade em avançar.

Deliberamos para atualização da Carta:

1. Procurar manter um padrão de enxugamento das reivindicações – sem grandes textos explicativos;

2. Colocar as questões mais urgentes e prioritárias logo no início de cada bloco temático;

3. Distribuir a tarefa de revisão entre pessoas que participam da Rede e tem forte atuação nas áreas, sem que isso impeça ou iniba a participação de todos;

4. Manutenção de reivindicações que não provoquem grandes discordâncias – Manter a ideia de consenso, já que temos consenso na maior parte de nossas reivindicações;

5. Fechar virtualmente o texto até o final deste mês de setembro, para que a aprovação final da Carta seja feita na reunião de outubro (Dia 3 de outubro no Instituto de Biociências da USP);

6. Encaminhar já, convite ao Subprefeito para que reserve sua agenda para participação na reunião de novembro. A carta será enviada antes para seu conhecimento, análise e retorno; nesta reunião de novembro estarão presentes alunos do Prof. Marcio Rufino Silva, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), que tem acompanhado as reuniões da Rede Butantã desde 2015.


7. Distribuição de revisão da carta por temas:
Meio Ambiente (Paulo Diaz, CADES-Bt, Solange Sanchez, Sonia Dô, Cesinha Pegoraro);
Saúde (Erika Sato, Cristina Tissi, Hugo Fanton);
Habitação (Fábo Barbosa, Coord. de Habitação – Amanda)
Educação (FoCA-Bt)
Assistência Social (FoCA-Bt)
Infância (FoCA-Bt)
Terceira Idade (Cacildo, Marly, Conselho do Idoso)
Cultura (Elma, Cecília, Camila, Dô)
Mobilidade (GT Mobilidade RB – Márcia e Vivi)
Trabalho, empreendedorismo, economia solidária (Tissi, Marina, Mário Martini)

8. O fato de salientarmos e cobrarmos a participação destas pessoas não é de forma alguma um impeditivo para a participação de outros. Existem questões locais que as pessoas que atuam localmente podem e devem apontar com maior propriedade (caso do Real Parque e Cohab Raposo, por exemplo).

Ainda pensando na Carta Aberta foram levantadas questões relativas a acontecimentos desta gestão que devem ser melhor conhecidos e discutidos:

1. Moradores do Previdência – Fechamento de ruas, inclusive com colocação de obstáculos na ciclovia; Corte do Jequitibá do Parque da Previdência;

2. Reforma da Subprefeitura para instalação de um “Descomplica”. Ausência de consulta ou informação à população.

Informes do FoCA-Bt – Conferências DCA e Semana do ECA 2018

Dificuldades, que não são novas e já existiam também na gestão Haddad, na realização de Conferências e na garantia de recursos. Conferências tem sido seguidamente adiadas e o processo de contratação de organização que faça metodologia para Conferências tem privilegiado organização ligada a Fundação Getulio Vargas (FGV), que não tem expertise alguma no tema. A escolha desta organização deixou fora, inclusive o NECA da PUC que além de ter experiência comprovada apresentava orçamento mais baixo.

Semana do ECA (24 a 29 de setembro de 2018)

A Semana acontece desde a criação do FoCA-Bt em 2000. As instituições participantes do FoCa-Bt são convidadas a organizar em seus espaços atividades em que se discutam e abordem questões relativas a infância e juventude. Existe uma preocupação e interesse em que as atividades envolvam crianças e adolescentes, além das atividades feitas com ou para adultos. Existem já programadas algumas atividades abertas ao público em geral e que serão divulgadas com horário e local nesta Rede.

Como os participantes desta RB podem ajudar? Divulgação, mobilização de público, ampliação de atividades.

O Centro Escola do Instituto de Psicologia da USP (CEIP) se colocou à disposição para buscar profissionais que possam atender e contribuir em rodas de conversa sobre temas relacionados a sua área de conhecimento. As solicitações devem ser feitas o quanto antes para que seja possível conciliar agenda.

Reunião do FoCA-Bt para fechamento da programação da Semana – 13 de setembro de 2018 (quinta-feira), às 14h30 no CCA Liga Solidária, no Educandário Dom Duarte (Av. Eng. Heitor Antonio Eiras Garcia, 5985).

Informes:

1. A equipe da Casa de Cultura do Butantã presente a esta reunião (Elma, Vitória, Nathalia e Adriana) informou sobre a reforma que está acontecendo na Casa de Cultura, com verba de emenda parlamentar, que deverá estar concluída em 15 de novembro, quando será a feita a festa de reabertura com a presença de Dinho Nascimento e de outros artistas da região. Com a reforma a Casa passará a oferecer um bom espaço para realização de ensaios de grupos e reuniões. A Casa está sob a coordenação do Danilo, que tinha intenção de participar mais de reuniões na região, mas com a burocracia da administração isso ainda não se concretizou. A reforma da Casa tem contribuído para que seus funcionários possam participar mais e também a chegada de estagiárias do Programa “Jovem Monitor Cultural”, que tem vinculo com o Butantã e interessantes propostas de trabalho. Possibilidade de fazermos a reunião de dezembro da Rede Butantã já na nova Casa de Cultura do Butantã – Dia 5 de dezembro.

2. CADES-Bt – Fez reunião extraordinária em 29 de agosto para discutir a situação dos Conselhos e a Lei que retira dos Conselhos Gestores de Parques o poder deliberativo. Documento do CADES-Bt foi feito colocando sua preocupação e repúdio a esta Lei e a forma como foi votada, na calada da noite. Documento, assim que fechado pelo Conselho será compartilhado na Rede Butantã. Próxima reunião do CADES-Bt será no dia 11 de setembro, terça-feira, às 19h00 na Sala Butantã (a confirmar, devido a reforma que está sendo feita na Subprefeitura).

3. Simpósio dia 22 e 23 de setembro – “Do Caos as Causas – Interseccionalidade no Butantã”, promovido pelo Coletivo As Amazonas (Mulheres do Baixo Butantã em Movimento).

4. Semana do ECA – 24 a 29 de setembro.

Próximas reuniões Rede Butantã:

03/Outubro – 9h00 – Instituto de Biociências da USP (Rua do Matão) – Pauta: Leitura e fechamento da Carta Aberta 2018.

07/Novembro – 9h00 – Local a definir – Pauta: Conversa com Subprefeito sobre reivindicações da Carta Aberta. Participação do Prof. Marcio Rufino e alunos da UFRRJ.

05/Dezembro – 9h00 – Casa de Cultura do Butantã – Avaliação do ano e planejamento 2019.

domingo, 3 de junho de 2018

Painel de Opinião Popular - Demandas do Butantã

Vamos usar o POP para levantar as demandas do Butantã? Podemos partir da Carta que já temos  com tantas solicitações. O espaço é interessante porque nos permite hierarquizar as demandas e ampliar a participação, dando espaço, inclusive, para divergências.

https://redebutanta.priorize.net/



Ciranda de Fóruns e Redes